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domingo, 17 de julho de 2016

As Escolas Não Encerram Para Férias


Estava a ler o artigo do Blog Oficial de Justiça - Os Tribunais Não Encerram Para Férias  e na educação passa-se algo semelhante - os professores e direções podem não se encontrar nas escolas, mas os serviços administrativos, encontram-se abertos, não encerram, durante o mês de julho e agosto, ao contrário do que muitos pensam.

Muito trabalhoooo 
Neste momento, principalmente com matrículas. 


São dois mitos, que já não deviam existir.

1. Recebemos mais de 1000 euros/mês
2. Estamos, Serviços Administrativos, de férias dois meses, como alguns Professores (aqueles que não corrigem exames, não vigiam exames, não fazem matrículas, etc...), que desde as avaliações, desapareceram do mapa.


As matrículas...

Um alerta aos encarregados de educação - Não vos adianta nada, estarem a passearem de uma escola para as outras para tentarem obter informações sobre transferências. Só nos atrasam os processos com atendimentos desnecessários. Alguns, chegam ao cúmulo tentar saber quando é que um processo é despachado e correm para o outro Agrupamento, a saber se já receberam...
 

quinta-feira, 12 de maio de 2016

A falta de respeito não acontece apenas fora do local de trabalho

estamos condenados com pessoas que ocupam lugares/espaços que não se lhes adequam.
Pensam que são melhores que os pares. E são melhores, a ganhar o deles... 





sexta-feira, 6 de maio de 2016

54 mil euros por turma no ensino público ?!?

Vs 80.500 Euros/turma para o privado.

Venham contentores... 


A Secretária de Estado já teve acesso às exportações para o igefe ? aos dados da analítica ? 
Olhe que esses dados estão errados!!!
(entrevista TVI24)

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Apoio Financeiro Por Sala ao Pré-Escolar é uma Miséria



Ministério da Educação e Ciência - Gabinete do Ministro
Determina o apoio financeiro aos estabelecimentos de educação pré-escolar da rede pública para aquisição de material didático, no ano letivo 2015/2016




Comentário :

Aqueles Pais que reclamam porque a professora pede uma resma de papel, mais 3 euros para não o quê.. e mais não sei quanto para aquilo, deviam reclamar deste despacho!





quinta-feira, 23 de abril de 2015

Semana Europeia da Vacinação 2015

Semana Europeia da Vacinação 2015

Entre os dias 20 e 25 de abril, celebra-se mais uma Semana Europeia da Vacinação da Organização Mundial da Saúde – Região Europeia.






O compromisso de manter a população adequadamente vacinada e, deste modo, permitir uma Europa livre de doenças evitáveis pela vacinação, é o tema deste ano.

O sucesso dos programas de vacinação implementados nas últimas décadas nos países industrializados levou a que a maioria das pessoas nunca tenha testemunhado os efeitos devastadores provocados pelas doenças transmissíveis evitáveis pela vacinação.

Por este motivo, algumas pessoas começaram a hesitar no momento de vacinar os filhos. Em alguns países, registou-se uma redução do número de crianças vacinadas o que conduziu ao reaparecimento de surtos de doenças consideradas quase eliminadas, como o sarampo. Como consequência, muitas crianças adoeceram, foram internadas com complicações graves e algumas morreram.
Em Portugal temos tido excelentes taxas de cobertura vacinal, pelo que, até agora, o nosso país tem estado protegido de surtos como os que têm surgido noutros locais da Europa e do Mundo.
O Programa Nacional de Vacinação assegura que as vacinas são administradas nas alturas da vida consideradas adequadas para dar o máximo de proteção, o mais cedo possível.
Todas as crianças, adolescentes e adultos têm direito a um futuro livre de doenças que são facilmente evitáveis através da vacinação.
No ano em que se comemoram os 50 anos do Programa Nacional de Vacinação (PNV), vamos comprometer-nos com a proteção das gerações futuras. 


DGS associa-se à Semana Europeia da Vacinação 2015
DGS associa-se à Semana Europeia da Vacinação 2015 Comunicado do Diretor-Geral da Saúde sobre a Semana Europeia da Vacinação que decorre entre 20 e 25 de abril.

É uma iniciativa promovida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para assinalar o progresso alcançado pelos Programas de Vacinação na Europa, implementados nas décadas de 50 e 60 do século passado.
Abrir documento Abrir documento ( PDF - 301 Kb )


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Implementação do POC-Educação a partir de 1 de janeiro de 2016

Penso que será desta... apesar da legislação ser de 2000 , vamos ter 16 anos depois a obrigatoriedade da sua implementação, com a devida "ameaça" que não vão existir excepções.

Espero que sejam publicados manuais, orientações para todos os serviços. O tema não é fácil e o domínio nesta área é muito básico. Não esquecer que executamos muitas vezes contratos em que somos nós que "inventamos" as cláusulas. 

Teremos as empresas certificadas a ganhar milhares com a formação novamente ? Não deveriam ser os centros de formação a prestar a mesma ? 



"A implementação nas Escolas /Agrupamentos de Escolas de um modelo contabilístico agregando as vertentes orçamental, patrimonial e analítica, numa mesma aplicação, permite a obtenção de informação relevante, tanto para o exercício da função de gestão, como no âmbito da prestação de contas institucionais e à sociedade.
 
Considerando-se que as empresas que lhes fornecem software apresentam já soluções que integram essas funcionalidades, estão criadas condições, mesmo que faseadas a este nível, para que a partir de 01 de janeiro de 2016 (inclusive) todas estas unidades orgânicas passem a aplicar o POCE (ou sistema contabilístico que o venha substituir).
 
Assim, estabelece-se, formalmente, a data de 1 de janeiro de 2016, para a implementação do POCEducação nos estabelecimentos públicos de educação e ensinos básico e secundário.
A aplicação do POCE deixa, assim, de ser facultativa, uma vez que o Decreto-lei de Execução Orçamental para 2016, não incluirá qualquer situação de exceção que permita a sua não utilização, o que implicará, para todas as Escolas /Agrupamentos de Escolas, a obrigatoriedade de cumprimento das instruções do Tribunal de Contas, em sede de prestação da conta de gerência eletrónica e envio a esta entidade de todos os documentos e mapas exigidos.
 
Para além disto passa a ser, igualmente, obrigatório o reporte mensal para a DGPGF, através dessas mesmas aplicações, do registo de dados contabilísticos nas vertentes orçamental, patrimonial e analítica, de modo a permitir agregar centralmente toda essa informação.
 
No entanto, para viabilizar esta operação, há que identificar, desde já, graus de implementação e dificuldades sentidas, tanto em termos das próprias aplicações, como no âmbito dos recursos humanos e conhecimentos contabilísticos.
 
Com este desiderato, aquelas empresas farão chegar, a pedido desta DG, questionários que o permitirão avaliar com maior precisão, medida considerada indispensável para planeamento de módulos de formação, devidamente ajustados às necessidades. 

Solicita-se, assim, a colaboração de cada estabelecimento de ensino que irá ser, para o efeito, contactado. 

É atendendo aos pontos atrás referidos que solicitamos a sua ampla divulgação em cada uma das Escolas/Agrupamentos de Escolas, para além do que haverá que acautelar um período de formação reforçada a acordar, posteriormente, com as empresas fornecedoras de software, uma vez que da boa operacionalidade das equipas dependerá, em grande parte, o sucesso deste projeto. 
Apela-se, ainda, igualmente a V. Ex.ª que para a sua constituição, seja dedicada especial atenção à seleção e posterior estabilidade em funções dos recursos humanos, cujo perfil melhor se adapte ao plano acima referenciado."

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

MUNICÍPIOS COM NOVAS COMPETÊNCIAS NAS ÁREAS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E CULTURA

Na área da educação, este processo deverá permitir que os municípios envolvidos iniciem a gestão de escolas segundo o novo modelo, no início do próximo ano letivo.
Prevê-se ainda a negociação de competências para as áreas da cultura e da saúde. Para o primeiro caso, está em causa a transferência para os municípios de equipamentos de âmbito não nacional; no segundo caso, os municípios poderão assumir parte na gestão dos centros de saúde.

 MUNICÍPIOS COM NOVAS COMPETÊNCIAS NAS ÁREAS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E CULTURA

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Mais um...Grupo de Projeto para a Estratégia Nacional para a Educação e Cultura


Presidência do Conselho de Ministros e Ministérios das Finanças e da Educação e Ciência - Gabinetes da Ministra de Estado e das Finanças e dos Secretários de Estado da Cultura e do Ensino Básico e Secundário
Cria o Grupo de Projeto para a Estratégia Nacional para a Educação e Cultura

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Pagamento do Subsídio de Refeição a Docentes Colocados em Duas Escolas


Pensei que isto não era problema, mas pelos vistos, continua a ser para algumas escolas! 
Colegas, muitas vezes não nos entendemos uns com os outros! Mas isso é matéria para um outro post...

Sempre que um docente tem horário em duas escolas, não é mais fácil a escola entender-se com a outra e apenas uma proceder ao pagamento ? 

Por exemplo, dois horários de 11 horas, o que perfaz horário completo de 22 horas, sinceramente não interessa , digo, interessa muito pouco, que escola é que procede ao pagamento. É muito mais simples proceder ao pagamento integral num só processamento.

Resposta do GEF



quarta-feira, 12 de novembro de 2014

quarta-feira, 16 de abril de 2014

JPM (GPV) ou INOVAR (PESSOAL)

Nos últimos tempos, devido à forte promoção do Inovar (software de gestão escolar) várias escolas têm vindo a questionar-se sobre a vantagem ou não de alterar de programa, dado que a maioria (90%) usa o software da Empresa JPM Abreu.


Será que a nossa Ministra a Albuquerque, tem conhecimento destas despesas ? De cada Organismo nestas rubricas ? cada Unidade Orgânica/Agrupamento realiza o contrato que bem lhe apetece, muitas vezes não salvaguardando o interesse do Estado, nem a privacidade dos dados dos seus funcionários! Aliás, o contrato é apresentado pelas Empresas sem que muitas vezes se rectifique qualquer cláusula, logo não protegendo o interesse do Estado. Dizem-me certas personalidades - " Mas eu não sou jurista para ler contratos!" - Bolas! 

Será que a poupança referida pela Ministra dos 700 Milhões, incluí uniformização do software ? E o uso do e-Bio ? Terminar com a treta de requerimentos internos em suporte de papel e envio por correio diariamente apenas para acusar a receção do processo individual ?

Com a questão de alteração de programa, o que tenho verificado, é a perda do histórico de anos de trabalho, dado que na certificação dos programas habilitados com a Educação, não foi prevista a questão do histórico! Temos de ter sempre operacional o programa anterior para verificar determinada situação ou manter registos em suporte digital ou papel de imensos mapas e documentos. Nem sequer a migração dos dados é correta! Enfim, um lote de problemas, que alguns de nós passamos. 

Espero que a vossa experiência tenha sido positiva. Ou venha a ser.








quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Ajuda - Pedido de Permuta de um Assistente Técnico - Ex. De Pampilhosa da Serra para" Miranda do Corvo; Lousã; Góis; Penacova"


Carimbo de data/hora Carreira Qual é a localidade do Organismo (Concelho) COLOCADO - ORIGEM Qual é a localidade do Organismo (Concelho) que pretende permuta - DESTINO Qual é o Ministério do Origem em que se encontra colocado ?
23-01-2014 14:06 Assistente Técnico   Pampilhosa da Serra Miranda do Corvo; Lousã; Góis; Penacova Educação
17-01-2014 12:11 Assistente técnico    Coimbra Lisboa Educação e Ciência
07-01-2014 16:06 Assistente Técnico   Santo Tirso Porto Educação
14-01-2014 14:36 Assistente Técnico   Setúbal Pinhal Novo Educação
15-01-2014 09:57 Assistente Técnico   Amareleja, Moura Almada Educação

Penso que se percebe que neste caso o 1º interessado se encontra colocado(a) em Pampilhosa da Serra e quer trocar para uns dos seguintes locais; Miranda do Corvo; Lousã; Góis; Penacova - para um contacto com o colega, enviem email, dado que neste caso, não tenho autorização para divulgação do próprio.

Para tornar mais visível as permutas, vou tentar coloca-las desta forma.

Vou colocar uma etiqueta, - http://assistente-tecnico.blogspot.pt/search/label/permutas -  para que possam clicar na mesma e verificarem todas as mensagens com o tema "Permutas"

Para inserir as vossas intenções podem usar este formulário - alerto de que vários pedidos não tem email para eventual contacto.


ADENDA :

Carreira Qual é a localidade do Organismo (Concelho) COLOCADO - ORIGEM Qual é a localidade do Organismo (Concelho) que pretende permuta - DESTINO Qual é o Ministério do Origem em que se encontra colocado ?
Assistente Técnico Lisboa Alcobaça, Batalha, Porto-de-Mós Educação
Assistente Técnico Ourém Pombal Educação
Assistente Técnico Seia Viseu Educação
Assistente Técnico Lisboa Barreiro Educação
Assistente Técnico Maia Gaia/Espinho Educação
Assistente Técnico Coimbra Porto Educação
Assistente Técnico Vale de Cambra Estarreja Educação
Assistente Técnico Lisboa Porto Educação
Assistente Técnica Vila Nova Gaia Matosinhos Educação
Assistente Técnico Santo Tirso Porto Educação
Assistente Técnico Setúbal Pinhal Novo Educação
Assistente Técnico Amareleja, Moura Almada Educação
Assistente Técnico Coimbra Lisboa Educação
Assistente Técnico Pampilhosa da Serra Miranda do Corvo; Lousã; Góis; Penacova Educação
Assistente Técnico Almada Aljustrel Educação
Assistente Técnico Seia Viseu Educação
Assistente Técnico Lisboa/Sintra Lagos/Portimão/Lagoa Educação
Assistente Técnico Coimbra Lisboa Educação
Assistente Técnico Ponte de Lima Ponte da Barca Educação / Municipio de Ponte de Lima
Assistente Técnico Vila Nova de Gaia Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia Câmara Municipal de Gondomar
       
Assistente Técnico Faro Setúbal Ministério da Saúde - instituto Nacional de Emergência Médica

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

"Spanish students, teachers protest against education cuts, reform"

Maus tratos na Educação por Espanha

(Reuters) - Thousands of students, lecturers and parents took to the streets across Spain on Thursday to protest against austerity cuts, higher university fees and other changes to the education system.



terça-feira, 30 de julho de 2013

Perigo de Galgamento na Educação Está Próximo



Portaria n.º 241/2013. D.R. n.º 144, Série I de 2013-07-29
Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
Aprova os modelos de sinalética e as barreiras de proteção a adotar nas zonas balneares

quinta-feira, 4 de julho de 2013

regime de apoio à informação e educação sobre o consumo de bebidas alcoólicas do sector vitivinícola


Portaria n.º 219/2013. D.R. n.º 127, Série I de 2013-07-04
Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território

Estabelece, para o continente e para o ano de 2013, o regime de apoio à promoção no mercado interno do vinho e produtos vínicos nacionais, e o regime de apoio à informação e educação sobre o consumo de bebidas alcoólicas do sector vitivinícola, e revoga a Portaria n.º 744/2009, de 13 de julho


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Estar atento - "Un certificado europeo para validar los talentos"

Certificação Europeia ?
 
 in 
http://sociedad.elpais.com/sociedad/2013/03/30/actualidad/1364664226_156366.html

" Un certificado europeo para validar los talentos

Los países comunitarios se comprometen a avalar oficialmente la experiencia y la formación no académica en 2018

Bruselas confía en que el proyecto dinamice el empleo y la movilidad


  La acreditación incluirá la formación reglada y la no oficial. / jordi vicent
  

El mejor profesional no es necesariamente el que pasó cuatro años estudiando para obtener un título oficial. Los años de experiencia, los cursos al margen de la educación reglada y, en ocasiones, la propia vida personal aportan destrezas difíciles de documentar en un currículo. Si el profesional busca trabajo en un entorno conocido, las referencias le pueden ayudar. Pero si decide probar suerte en otro terreno, ¿cómo demostrar sus habilidades? La ola de desempleo que azota Europa ha obligado a los Estados a procurar una solución. Si cumplen lo acordado, la Unión Europea dispondrá, en 2018, de un marco homogéneo para validar los conocimientos adquiridos fuera de los canales oficiales.

 
La idea llevaba años circulando entre las distintas instituciones comunitarias, pero la constatación de que casi una cuarta parte de los jóvenes (y más de la mitad en España) carecen de ocupación animó a la Comisión Europea a considerarlo urgente. La responsable de Educación, Androulla Vassiliou, pidió que se aplicara ya en 2015 para mejorar cuanto antes las perspectivas de empleo de los jóvenes, pero los Estados se resisten a esa urgencia y han decidido darse tres años más de plazo. “La validación mejora las habilidades de los jóvenes, que, a veces, presentan mal los conocimientos que tienen, y las empresas lo valoran. Además, supone un beneficio potencial enorme para quien no tiene ningún tipo de cualificación. Y contar con un sistema europeo mejora la movilidad entre países”, resume Manuel Souto, profesor en la Universidad de Bath (Reino Unido), con una larga experiencia en estudios sobre esta materia para la Comisión Europea.
Los países miembros deberán ofrecer herramientas para certificar dos tipos de habilidades. En primer lugar, lo que los expertos denominan educación no formal (cursos, talleres, educación para adultos y cualquier formación que implique la existencia de profesores y alumnos). En segundo lugar, la llamada educación informal, ajena a las aulas (aprendizaje de idiomas en el extranjero, actividades de voluntariado, cuidado de menores...). En este caso, la certificación es más compleja y, a la vez, más necesaria, porque no hay prueba escrita de esas destrezas, que pueden provenir de experiencias cotidianas. “Con la maternidad, por ejemplo, se adquieren competencias que te preparan para profesiones en las que no habías pensado anteriormente. Se trata de que la gente vea todas sus habilidades”, explica Souto.
Aunque muchos países realizan ya una cierta validación del conocimiento de los trabajadores, solo cuatro —Francia, Holanda, Luxemburgo y Finlandia— disponen de un esquema completo. Los expertos consideran el modelo francés especialmente acertado. Allí, un trabajador puede pedir en cualquier momento que se le reconozcan las competencias profesionales. El interesado deberá documentar lo que sabe y, si el jurado considera que es suficiente (también le puede pedir pruebas extraordinarias), le expedirá un título equivalente al del profesional que lo ha obtenido por la vía formal. “Funciona muy bien pero cuesta mucho dinero”, considera Bernadette Vergnaud, eurodiputada francesa experta en mercado interior. Las tarifas para acceder a un proceso de validación pueden alcanzar los 1.000 euros en Francia, según el último informe sobre validación en este país que recoge la Comisión Europea.
El mejor profesional no es siempre el que más ha estudiado
El acuerdo de armonización que alcanzaron los 27 países comunitarios a finales del año pasado supone que todos los ciudadanos deberían poder pedir un reconocimiento público de sus habilidades, sin esperar a que la Administración abra ningún tipo de proceso para ello. Y establece, sin especificar precios, que el trámite deberá ser “asequible” para el ciudadano.
El coste de un esquema de este tipo, homologable al del resto de países miembros, es el elemento que más hace peligrar su puesta en marcha temprana. Acuciados por la reducción del déficit y la deuda, los Estados se resistirán a desembolsar el dinero necesario para contar con una estructura completa de evaluación (orientadores, jurados, organismos específicos...). Aunque Bruselas insiste en que este proyecto es “más relevante que nunca para el funcionamiento del mercado laboral y para aumentar la competitividad y el crecimiento económico”, a los Estados les costará verlo, al menos a corto plazo, como una inversión. Además, siempre podrán escudarse en la letra pequeña de lo firmado: el marco europeo deberá aplicarse “no más tarde de 2018”, pero “de acuerdo con las circunstancias y especificidades nacionales”.
El otro gran reto consiste en dotar de prestigio los títulos expedidos mediante este sistema de validación. “Es importante que no se estigmatice el hecho de que un título se haya obtenido de manera menos ortodoxa, sino que el logrado por un proceso de validación del aprendizaje informal sea visto realmente como equivalente a uno obtenido por medios formales. Para ello es fundamental que haya un control de calidad y que los ciudadanos estén informados”, subraya Ernesto Villalba, de la agencia europea Cedefop, dedicada a la formación profesional y encargada de elaborar las líneas maestras que deben seguir los países para poner en marcha estos esquemas. El acuerdo de los ministros de Educación recoge esa necesidad de que el reconocimiento otorgado por estos procesos sea equiparable al de la formación académica.
Una de las recomendaciones del Ejecutivo comunitario consiste en implicar a empresarios, sindicatos, cámaras de comercio y otras instituciones ligadas al mercado de trabajo y de la formación. La gran patronal europea, Business Europe, es favorable en la medida en que ayuda a hacer más visible el perfil del trabajador. “En general, la validación de la educación informal y no formal es buena para el empresario porque le da una idea de ciertas competencias que de otro modo estarían ocultas. Esta transparencia beneficia también a los ciudadanos en la medida en que hace visibles sus habilidades. Y permite mayor eficiencia en el gasto educativo, pues evita repetir aprendizajes que se han adquirido de manera informal”, destaca Robert Plummer, asesor de Business Europe. Este experto en asuntos sociales duda, sin embargo, de que ese reconocimiento requiera la creación de una estructura europea, pues cree que ya existen herramientas suficientes para certificar las habilidades.
El objetivo es ayudar a ese 25% de jóvenes de la UE que está en paro
Los sindicatos discrepan respecto a la suficiencia de lo que ya hay. “Las normas existen; el problema es que no se desarrollan”, expone Teresa Muñoz, responsable de Formación de UGT. Muñoz explica los puntos débiles del sistema español: los procesos de validación son largos, caros y rutinarios y, sobre todo, no dependen de la voluntad del trabajador que necesite validar, sino de las ofertas que haga la Administración de turno —fundamentalmente las comunidades autónomas— para homologar formación. En época aún de bonanza, se abrieron procesos de validación para dos profesiones que se entendían de futuro: la educación infantil y los cuidados médicos, en especial la atención a la dependencia. Para coordinar los procesos, el Ministerio de Trabajo creó, en 2009, un comité para la validación de competencias que trabaja con las comunidades, aunque la situación difiere enormemente de unas a otras. El País Vasco figura entre las más desarrolladas, según un informe de la agencia Cedefop sobre España. Pero los datos son imprecisos y las competencias informales (las que se adquieren sin necesidad de un profesor) no están reconocidas. Además, como el usuario no paga por el reconocimiento, los poderes públicos son ahora más reacios a sufragar una red de informadores, profesores, pruebas, etcétera.
Pese a todo, el Gobierno considera que la situación ha mejorado desde 2010, año en que está fechado este análisis de Bruselas. Tras el compromiso adquirido en Bruselas el pasado diciembre, el titular de Educación, José Ignacio Wert, aseguró que unos 50.000 españoles han participado en procesos de educación no formal en los últimos meses.
El marco europeo deberá ofrecer información y asesoramiento sobre los beneficios y las oportunidades de validación. Se prestará especial atención a lo que Bruselas considera grupos desfavorecidos: parados y personas en riesgo de serlo. El acuerdo establece que esos ciudadanos tendrán la oportunidad de someterse a una “auditoría de sus habilidades” para identificar sus destrezas. El proceso debe desarrollarse en un tiempo razonable, que el texto fija en seis meses. Es decir, un parado que tenga conocimientos y experiencia que acreditar debería poder contar en ese plazo con un documento que los avale y le allane el camino de retorno hacia el empleo.
Bruselas ve en esta iniciativa un importante incentivo para la movilidad de los trabajadores. Si las competencias de un profesional son reconocidas por un país y aceptadas de manera homogénea por el resto, será más fácil animarse a dar el salto cuando el empleo escasee en un país. De forma indirecta, también se persigue aumentar el interés de los europeos por formarse a lo largo de su vida, no solo antes de ingresar en el mercado de trabajo. El interés es, hasta ahora, limitado. Solo un 8,9% de los adultos participan en actividades de educación formal e informal, un porcentaje que cae a menos de la mitad entre el colectivo que más lo necesita, los de bajo nivel educativo, según una reciente encuesta realizada por la Comisión Europea.
El problema está en valorar competencias como la maternidad
Juan Menéndez-Valdés, director de la agencia Eurofound, que procura la mejora de las condiciones de vida y de trabajo en Europa, aboga por la implantación del marco homogéneo. Y pone como ejemplo los niveles de conocimiento de las lenguas, que sí cuentan con unas categorías homogéneas e identificables en toda Europa, independientemente de cómo se hayan obtenido.
Esta iniciativa da también esperanzas a quienes ejercen una profesión que no está respaldada por un título oficial y que se enfrenta, por un lado, al intrusismo y, por otro, a las quejas de otros profesionales. Es el caso de la osteopatía y otras terapias naturales. “No es la solución definitiva, pero sí que representa un halo de luz”, confía Lluís Miquel Leiva, presidente del Registro de Osteópatas Profesionales.
El sector lleva tiempo pidiendo una regulación, pues esta disciplina se estudia en academias privadas pero tanto la duración como los contenidos varían mucho de un sitio a otro. “Enfrente tenemos colectivos muy poderosos: médicos y farmacéuticos”, se queja Leiva, que cree que si existiera una validación homogénea de las capacidades para ser osteópata, el ejercicio de la profesión sería más sencillo.

Un carné de aptitud

Los más de 26 millones de parados con que cuenta la Unión Europea obligan a las instituciones a innovar continuamente en la lucha contra el desempleo. Vistos los devastadores efectos que las políticas de austeridad provocan en los mercados de trabajo, el Parlamento intenta abrir camino a nuevas iniciativas, aunque a un ritmo más lento de lo que exige la situación. Algunas, como el carné profesional europeo, llevaban años dormidas en los despachos.
“Después de cinco años de reflexión, los países miembros están de acuerdo en aplicar esta idea”, ironiza Bernadette Vergnaud, la europarlamentaria que ha impulsado un carné europeo para fomentar la movilidad de los trabajadores. El documento, que en un futuro debería asemejarse a una tarjeta de crédito, manejable y equiparable en toda Europa, permitirá a los trabajadores documentar de una manera sencilla sus cualificaciones. El carné ya existe como experiencia piloto para farmacéuticos e ingenieros, así como para los médicos especialistas en algunos países.
La diputada socialdemócrata francesa cree que el proyecto puede ponerse en marcha relativamente rápido, entre 2014 y 2015. La Eurocámara lo promueve dentro de la actualización de la directiva de cualificaciones profesionales que está tramitando. “Es un instrumento de seguridad y de confianza, pero también de ciudadanía”, destaca Vergnaud.
"



 

sexta-feira, 15 de março de 2013

Mais Recomendações ao Governo 3



Resolução da Assembleia da República n.º 32/2013. D.R. n.º 53, Série I de 2013-03-15
Assembleia da República
Recomenda ao Governo a valorização e o reconhecimento das competências de educação não formal adquiridas pelos jovens através do associativismo juvenil e do voluntariado



Resolução da Assembleia da República n.º 33/2013. D.R. n.º 53, Série I de 2013-03-15
Assembleia da República
Recomenda ao Governo que introduza no 3.º ciclo do ensino básico das escolas nacionais uma formação, de frequência obrigatória, em Suporte Básico de Vida


Resolução da Assembleia da República n.º 34/2013. D.R. n.º 53, Série I de 2013-03-15
Assembleia da República
Recomenda ao Governo a valorização e o reconhecimento da educação não formal

domingo, 20 de janeiro de 2013

Insucesso de Alunos - "horas a fio no computador a jogar"

Questão : 
Os Pais têm consequências ? deviam ter ?


in http://www.publico.pt/sociedade/noticia/ha-cada-vez-mais-alunos-que-chegam-a-escola-com-sono-porque-estiveram-no-computador-1581376


Há cada vez mais alunos com sono porque estiveram no computador até tarde


Deixam de dormir, de comer ou de ir à casa-de-banho para jogar, relatam os psicólogos. O que fazer para que os mais novos não se movimentem só no mundo virtual?


Dores nos olhos, nas costas e na cabeça podem ser sinais de alerta para uso abusivo do computador Enric Vives-Rubio

Passam horas a fio a jogar online. Não comem, não dormem, nem vão à casa de banho. Há crianças que vão com sono para as aulas, adolescentes que faltam à escola para jogar. Os pais chamam-nos para jantar e eles pedem sempre mais cinco minutos que se transformam numa hora. Por vezes os pais desesperam, desligam a ficha e os filhos reagem de forma agressiva. Há quem peça aos pais para lhes levarem o jantar num tabuleiro ao quarto e outros que não conseguem passar nem dez minutos sem ir ao telemóvel.

Estas são apenas algumas histórias relatadas ao PÚBLICO por psicólogos que estiveram no Simpósio Internacional sobre o impacto das novas tecnologias no desenvolvimento das crianças, nos jovens e nas famílias, promovido pelo CADIn – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil. À margem do encontro, procuramos também perceber de que forma pode afectar o desempenho escolar, o comportamento e a atenção das crianças.

A psicóloga clínica Rosário Carmona e Costa, do CADIn, explica que para diferentes situações, como dificuldades de aprendizagem, ansiedade, problemas sociais e de sono, se tem vindo “a encontrar muitas vezes um denominador comum que é o uso excessivo da Internet, das redes sociais e dos jogos virtuais”.

O CADIn tem desenvolvido trabalho nesta área através do projecto CADInter@tivo e, entre outras actividades, promoveu sessões de sensibilização gratuitas nas escolas. Foi durante esses meses de “digressão” que Rosário Carmona e Costa se apercebeu como “estas questões estão, de facto, a afectar o dia-a-dia das crianças e jovens” e também dos pais que “parecem não saber o que fazer”.

Recolheu inúmeros testemunhos como o de um menino do 6.º ano que contou que o irmão, que não largava o computador, pediu ao pai que passasse a deixar o jantar num tabuleiro à porta do quarto – o pai acedeu. Ou crianças do 5.º ano com queixas de dores nos olhos, nas costas e na cabeça, sinais que podem ser de alerta para um uso abusivo do computador. Mas também há outras que contam que os pais lhes dizem para largar o computador, quando eles próprios estão no Ipad. Uma mãe “angustiada” ainda partilhou com Rosário Carmona e Costa que não conseguia que a filha guardasse o telemóvel no bolso das calças nem por dez minutos enquanto jantava.




Os projectos de formação, sensibilização, e informação, desenvolvidos no Núcleo de Intervenção no Uso da Internet e das Novas Tecnologias do CADIn, passam, entre outros objectivos, por realizar seminários de formação e criar uma rede nacional de formadores para sensibilizar e informar pais e educadores.

Conhecer a ferramenta
Jean-Pierre Dèmage, do serviço de apoio a dependentes de Oise, França, alerta para o facto de as crianças se tornarem rapidamente especialistas no uso da Internet e do computador em comparação com os pais, o que, numa cultura em que tradicionalmente são os mais velhos que ensinam e transmitem conhecimentos aos mais jovens, é uma mudança que tem impacte na família.

“Grande parte dos problemas que os pais têm na utilização da Internet e das novas tecnologias tem a ver com a ignorância. Os pais que são utilizadores frequentes são os que têm menos problemas com os filhos na utilização". É importante que os pais estejam a par dos sítios por onde os filhos andam.

É o mesmo com a televisão, os pais devem saber que programas é que eles vêem, nota o psiquiatra e director clínico do CADIn, Carlos Filipe, ressalvando que se os pais passam horas a ver telenovelas ou nas redes sociais não se devem espantar se os filhos fizerem o mesmo.

Na apresentação que fez, também Cristina Ponte, da Universidade Nova de Lisboa e coordenadora do projecto EU Kids Online em Portugal, defendeu que os pais devem estar activamente envolvidos nas actividades online dos filhos e que adultos que usam a Internet com mais frequência sentem-se mais confiantes para orientar as crianças.




O que CADIn propõe não é um “discurso fundamentalista” contra as novas tecnologias, mas sim encontrar um “equilíbrio”, diz Rosário Carmona e Costa. Claude Vedeilhie, do Centro Hospitalar Guillaume Régnier, em Rennes, França, corrobora esta ideia de que as novas tecnologias, particularmente a Internet, são objectos neutros, não sendo em si mesmos problemáticos. A questão é o modo como são usados.

Carlos Filipe frisa que a Internet pode ser “extremamente atractiva e sedutora”, mas os pais e professores precisam de conhecê-la para ajudar as crianças e os jovens a usá-la “de forma prevenida”.

Quanto às horas que as crianças e jovens passam diante do ecrã, o mais importante é perceber se está a roubar tempo a outras actividades: “Não é tanto estarmos no computador, mas o que deixamos de fazer. Senão estivesse no computador, estaria a fazer o quê?”, questiona Carlos Filipe, acrescentando que é nessas alternativas que os pais devem apostar. Ler, conversar, ir ao cinema, ao teatro, praticar desporto são actividades que devem fazer parte do vocabulário familiar.

Fazer desporto e estar com os amigos
O neuropediatra Pedro Cabral, que também participou no seminário, entende que as crianças precisam de fazer desporto e de estar com amigos, não de forma virtual, mas real: “Para não serem privados da brincadeira, para serem introduzidos à frustração do ‘quero brincar a isto’, ‘agora não, vamos brincar àquilo’”, diz, frisando que a interacção com o outro, frente a frente, permite gerir emoções, incluindo as de desagrado.

Admite que os pais trabalham muito e que, quando chegam a casa têm “pouca disponibilidade interior”, mas insiste que “vale a pena” não ceder ao comodismo de pôr as crianças em frente à televisão ou com um tablet nas mãos. A leitura de um livro, por exemplo, ao obrigar a criança a imaginar, a construir mentalmente as imagens, vai permitir uma “apropriação” daquele conteúdo “mais duradoura”. Também o psiquiatra Luís Patrício, director da Unidade de Patologia Dual da Casa de Saúde de Carnaxide, defendeu que “vale a pena ler um livro, folheá-lo, é uma relação mais quentinha”.

Apesar de ser um tema ainda em estudo, Pedro Cabral acredita que crianças que passam muito tempo a ver televisão têm um tempo de concentração menor, porque se muda de cenário muito rapidamente. O mesmo vale para um ecrã de computador, porque a nossa atenção está exposta a “estímulos fragmentados”.




“Há cada vez mais pessoas a perguntarem se o nosso cérebro e a nossa atenção estão a mudar. Eu creio que a civilização da imagem e do audiovisual modificou a maneira como nos apropriamos da informação, e os miúdos também. Nos ecrãs, a leitura é muito mais rápida. Não tem o tempo de ler dos livros, é uma velocidade diferente. E, tal como os polegares que têm nesta geração mais representação, também pode haver mudanças no cérebro”, defende.

Tudo isto pode ter influência na forma como as crianças se portam na escola, como se concentram, ou não, a ler um livro ou a ouvir um professor falar uma hora seguida? “Penso que sim. É preciso criar essa disponibilidade para ouvir, criar hábitos de ouvir, de expor, de contar uma história”, diz o neuropediatra, notando que hoje, com as novas tecnologias, “as pessoas estão impacientes, à espera de uma resposta [que chega à distância de um clique]”.

Augusto Consoli, do Departamento de Patologia das Dependências de Turim, Itália, também concorda que a rapidez com a qual se lêem conteúdos no computador, nos smartphones, e-mails ou redes sociais, interrompendo as leituras e saltando da Wikipédia para o Google e, depois, para o Facebook, é um modo de fruição fragmentada e rápida que, entre outros aspectos, pode representar uma forma de atenção pouco contínua e reflexiva.

“Hora do apagão”
Desligar tudo lá em casa – computadores, telemóveis, televisão – e conversar, é uma das “tarefas terapêuticas” que o psicólogo João Faria, que assistiu ao simpósio, propõe aos pais que têm em casa crianças e adolescentes que não dormem, não comem, faltam ou recusam ir à escola, que nem vão à casa de banho, fazendo as necessidades em frente ao computador, só para jogarem em rede. Diante desta “hora do apagão” não são só as crianças que ficam “aflitas”, os pais também.

Se nos adolescentes o absentismo chega a ser um problema, nas crianças o que acontece é os pais pensarem que estão no quarto a dormir quando, na realidade, estão a jogar: “Como é um jogo mundial, às vezes começam a jogar quando os miúdos nos Estados Unidos chegam a casa. Ficam com os padrões de sono perturbados, o que provoca fraco rendimento escolar”.

E a irritabilidade com que chegam às aulas pode dever-se não só à falta de sono, mas também aos conflitos em casa, porque os pais ralham, desligam as fichas ou proíbem os jogos. A solução está fora do ecrã: “O desporto, a música, a leitura devem ser alimentadas desde logo, até para ajudar a criança a conhecer-se a si própria. Muitos destes jovens dizem que querem ser programadoras de jogos informáticos, porque é o que conhecem. E depois apanham uma desilusão quando vão para os cursos profissionais de informática”, conclui o psicólogo.